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N.º 10 20/02/2010


Assembleia Geral do IAC-Instituto Açoriano de Cultura


No próximo dia 23 de Fevereiro, pelas 20h00, realizar-se-á na sede do IAC-Instituto Açoriano de Cultura, sita ao Alto das Covas, uma Assembleia-Geral com a seguinte ordem de trabalhos: Discussão e aprovação do Relatório de Actividades, Contas de Gerência e Parecer do Conselho Fiscal deste Instituto relativos ao ano de 2009.

O Instituto Açoriano de Cultura, designado abreviadamente por IAC, é uma associação cultural sem fins lucrativos, fundada em 1955 por iniciativa de um grupo de professores do Seminário Maior de Angra e declarada Instituição de Utilidade Pública pela Resolução Nº45/86 do Governo Regional.

Notabilizou-se, desde logo, nos primeiros anos da sua existência, pela realização, nas três capitais dos ex-distritos, de Semanas de Estudo (1961-1966). Estas constituíram-se como uma tentativa de dar à cultura açoriana a fundamentação unificadora do pensamento filosófico nos seus vários sectores - religioso, científico, artístico e económico - e consequentemente trouxeram consigo saudáveis incómodos ao sistema instituído.

Hoje, depois de um período de menor projecção no espectro cultural açoriano, onde os seus objectivos e o seu espaço procuraram adaptar-se a uma nova sociedade e a novos desafios, o Instituto Açoriano de Cultura está na primeira linha das instituições culturais da Região, sendo, de resto, a mais antiga do género com dimensão regional.

Presentemente, o Instituto Açoriano de Cultura assegura, ininterruptamente desde 1956, a publicação da Revista "Atlântida", a qual goza de indiscutível prestígio em meios literários e universitários regionais, nacionais e estrangeiros; publica, com regularidade, obras de áreas diversas, desde a literatura (Colecção Ínsula) à sociologia, passando pela arte e pela história, contando já com cerca de uma centena de títulos; promove exposições, conferências, lançamentos de livros e espectáculos sobre os mais variados temas da actualidade cultural regional e nacional, que lhe têm permitido contribuir valiosamente para a dinamização cultural da Região.

Através destas acções, o Instituto Açoriano de Cultura dá corpo a dois vectores essenciais da sua política cultural - a defesa e valorização da especificidade cultural açoriana, procurando incentivar a sua tomada de consciência num contexto universal e universalista e a redução da distância cultural que separa os Açores da Europa e do resto do Mundo, na certeza de que, cada vez mais, o cidadão açoriano pertence a uma Europa Cultural e, simultaneamente, a um Universo Cultural, de que faz parte como indivíduo, o qual neste final de milénio é profunda e inquietantemente marcado pela consciencialização da problemática da contemporaneidade.