Segundo o autor, A morte é certa. E depois? A resposta (se é que há resposta para este enigma) encontramo-la derramada um pouco pelos domínios da Antropologia, da Etnografia, da Filosofia e, sobretudo, da Religião. Desde sempre – di-no-lo a Antropologia e a Etnografia – o Homem cuidou dos seus mortos: umas vezes como se continuassem carentes de alimento, de vestuário e até, de armas.
Outras, simplesmente porque sim. A Filosofia trouxe-nos um pouco mais de luz, nomeadamente Platão, com o seu Fedon. Partindo da dicotomia grega de corpo e alma, tenta provar que a alma é imortal: preexiste e subsiste. A Religião, por sua vez, tem que se lhe chega. Em religiões superiores como o Hinduísmo e o Budismo, ou há ressurreição sem fim ou o eu não existe. Nas religiões monoteístas, como o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo, há a ressurreição. A Igreja Católica elevou à categoria de dogma de fé tanto a ressurreição do Senhor Jesus como a de cada um de nós. Mas, que é isso de Ressurreição? Como entendê-la e quando se verifica?
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