Trata-se de um livro ficcional que visa mostrar através das características celebrações carnavalescas da ilha Terceira, únicas em todo o mundo, que apesar da cultura portuguesa ser de tipo sebastiânico, se podem ultrapassar os problemas que a sociedade portuguesa atualmente enfrenta, através da união de vários indivíduos dispostos a responsabilizarem-se pelo seu futuro, convertidos numa comunidade em ação.
Para tal o autor "ressuscitou" um conjunto de personagens históricas reais, bem como um conjunto de acontecimentos já esquecidos, que estando ligados ao povoamento do arquipélago dos Açores, contribuíram para que Angra do Heroísmo assumisse o papel de capital do Atlântico Norte. A encenação de uma "Dança de Espada" procura tornar-se, consequentemente, numa metáfora sobre as vidas, as escolhas, os sonhos e as ambições de todos os portugueses.
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