Instituto Açoriano de Cultura
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Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970
Um património para conhecer e salvaguardar
 

A arquitectura moderna é património.
Por ser uma marca mais recente da identificação colectiva e da memória da sociedade, constitui um património mais difícil de ser reconhecido.

Documento vivo da evolução das técnicas e das ideias, das cidades e da arquitectura, apresentando funções mais triviais que o património clássico, a arquitectura moderna, tal como o património industrial, o vernacular ou as grandes infra-estruturas, constitui um universo de risco, ameaçado pela degradação, descaracterização e destruição.
O conhecimento deste património, através de inventários, é condição fundamental para a sua salvaguarda.
Esta exposição constitui uma amostragem, necessariamente parcial, do projecto de rastreio que o IPPAR tem vindo a desenvolver no território continental. Baseia-se num suporte leve que permita uma operacional itinerância, porque a difusão deste património é também condição para a sua salvaguarda.


A recolha de informação foi operacionalmente balizada entre 1920 e 1970, tendo em conta, antes de mais, uma utilidade patrimonial dos elementos rastreados. Limites cronológicos justificados latamente pela historiografia, esta produção integra as primeiras manifestações de uma nova arquitectura que surgem a partir do início da década de 20, fechando-se com o final da década de 60, considerado limite da produção de carácter moderno em Portugal e abertura a uma situação de pós-modernidade.

A exposição encontra-se organizada em três níveis que se cruzam na construção de um universo global:

O Painel Cronológico situa, no tempo, as obras referenciais do período considerado (1920-1970) e integra aquelas que, por diversas razões, não podem constituir os painéis -obra. Pequenas referências legendadas contextualizam este património do século XX, que se estende para além do valor canónico do moderno.

O núcleo de painéis-obra constitui o cerne da exposição. Apontou-se para uma grande abrangência geográfica que possibilitasse uma panorâmica da produção arquitectónica moderno do país. Por isso, o universo de 50 obras inicialmente programadas para a exposição focalizou-se, essencialmente, em casos menos divulgados, de acordo com uma distribuição distrital. Importava fazer participar regiões e locais mais afastados dos centros, por essa via, divulgar obras menos conhecidas. Tentou-se, igualmente, incluir, no caso de obras mais divulgadas, algumas das mais ameaçadas. Não se apresentam muitas das obras referenciais, relegando mesmo por vezes uma valoração qualitativa a favor de um conceito patrimonial mais amplo. Cada obra é descrita com a exaustividade possível dando conta do rigor documental do levantamento do processo camarário e um pequeno texto descritivo.

Finalmente, os 10 temas tratados permitem a reunião de obras diversas por tipologias funcionais. Valoriza-se o programa ou a encomenda, funcionando com valor comparativo quer ao longo do tempo, quer ilustrando diferentes abordagens construtivas. Clarifica a importância do programa no património moderno, contextualizando as respostas da arquitectura aos problemas colocados, relevando a especificidade própria da produção portuguesa.

Este projecto de rastreio tem vindo a contar com o empenho de muitas entidades, públicas e privadas, que generosamente facultaram o acesso e a documentação relativa aos imóveis em estudo.

EXPOSIÇÃO em Angra do Heroísmo
16 a 31 de Janeiro de 2004

O IAC - Instituto Açoriano de Cultura – em parceria com o Instituto Português do Património Arquitectónico, com a Casa da Cultura da Terceira e com a Delegação da Ordem dos Arquitectos nos Açores – levou a efeito a apresentação em Angra do Heroísmo e em Ponta Delgada da exposição Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970, um património para conhecer e salvaguardar.

A primeira apresentação desta exposição teve lugar em Angra do Heroísmo, no Palácio dos Capitães Generais, com inauguração no dia 16 de Janeiro, pelas 18 horas, contando com a presença – para além do Presidente da Direcção do IAC, Jorge Paulus Bruno – do Presidente do IPPAR, Arquitecto João Belo Rodeia, que para este efeito se deslocou, a convite do IAC-Instituto Açoriano de Cultura, aos Açores.

Esta exposição – que permaneceu no Palácio dos Capitães Generais até ao dia 31 de Janeiro – foi produzida pelo IPPAR no âmbito do projecto de rastreio da arquitectura moderna no território continental e constitui uma amostragem dos resultados do projecto de levantamento que esta instituição tem vindo a desenvolver nesta área, e visa divulgar junto do público este património mais recente e sensibilizar para a necessidade da sua salvaguarda.

A exposição apresenta, para além de uma síntese da cronologia da produção arquitectónica deste período, cerca de 50 obras individualizadas e ainda um conjunto de 10 temas, entre os quais Pousadas, Moradias, Industria, Cinemas e Cine-Teatros, Mercados e Conjuntos Urbanos, onde se põe em evidência a importância dos programas no património moderno, e se revela a especificidade da produção portuguesa.

O projecto de levantamento da arquitectura moderna, bem como a exposição itinerante que agora se apresenta, com coordenação do Departamento de Estudos do IPPAR, contam com a assessoria científica da Professora Arquitecta Ana Tostões.

EXPOSIÇÃO em Ponta Delgada
27 de Fevereiro a 13 de Março de 2004

O IAC-Instituto Açoriano de Cultura – em parceria com o Instituto Português do Património Arquitectónico e com a Delegação da Ordem dos Arquitectos nos Açores – levou a efeito a apresentação em Ponta Delgada da exposição Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970, um património para conhecer e salvaguardar.

A apresentação desta exposição teve lugar em Ponta Delgada, na Academia das Artes dos Açores, com inauguração no dia 27 de Fevereiro, pelas 18 horas, contando com a presença – para além do Presidente da Direcção do IAC, Jorge Paulus Bruno – do Presidente do IPPAR, Arquitecto João Belo Rodeia, que para este efeito se deslocou, a convite do IAC-Instituto Açoriano de Cultura, aos Açores. Na ocasião foi realizada uma conferência pela Professora Arquitecta Ana Tostões (comissária desta exposição) sobre o tema da Arquitectura Moderna Portuguesa.

Esta exposição – que permaneceu na Academia das Artes dos Açores até ao dia 13 de Março – foi produzida pelo IPPAR no âmbito do projecto de rastreio da arquitectura moderna no território continental e constitui uma amostragem dos resultados do projecto de levantamento que esta instituição tem vindo a desenvolver nesta área, e visa divulgar junto do público este património mais recente e sensibilizar para a necessidade da sua salvaguarda.

A exposição apresenta, para além de uma síntese da cronologia da produção arquitectónica deste período, cerca de 50 obras individualizadas e ainda um conjunto de 10 temas, entre os quais Pousadas, Moradias, Industria, Cinemas e Cine-Teatros, Mercados e Conjuntos Urbanos, onde se põe em evidência a importância dos programas no património moderno, e se revela a especificidade da produção portuguesa.

O projecto de levantamento da arquitectura moderna, bem como a exposição itinerante que agora se apresenta, com coordenação do Departamento de Estudos do IPPAR, contam com a assessoria científica da Professora Arquitecta Ana Tostões.
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Última actualização em 2004-12-06